Um gato de um ano de idade sobreviveu a cerca de um mês trancado dentro de um frigorífico no condado de Northamptonshire, no sul da Inglaterra.
A sociedade protetora dos animais britânica (RSPCA, na sigla em inglês), que resgatou o felino no final do mês passado, informou que ele sobreviveu ao frio de -2ºC da câmara comendo pêssegos congelados e bebendo o líquido que escorria das comidas armazenadas no local.
O porta-voz da empresa responsável pelo frigorífico informou que funcionários da empresa haviam visto o bichano há algum tempo, mas não conseguiram resgatá-lo porque ele se escondia.
Então, eles pediram a ajuda da sociedade protetora dos animais, que conseguiu atrair o gato com leite e comida.
Desde então, o gato que ganhou o nome de Frosty ("coberto de gelo", em tradução livre) está sob os cuidados da entidade.
"É incrível que Frosty tenha sobrevivido por tanto tempo em um ambiente tão inóspito", disse Steve Sellars, porta-voz da RSPCA.
Mas o felino não saiu incólume do episódio. Suas orelhas e seu rabo congelaram e tiveram de ser amputados.
Mesmo assim, Frosty parece estar se recuperando bem.
"Ele é um gato adorável e se tornou muito brincalhão. Nós estamos trabalhando por sua total recuperação e para conseguir um novo lar para ele", disse Sellars.
"Tome partido. Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado"- Elie Wiesel
segunda-feira, 26 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Educação Superior no Brasil
A educação superior nos anos 80 é assinalada pela implementação das excludentes políticas neoliberais, mas na década de 90 que elas ganham mais vigor. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação não escapa dessa influência. A LDB para o ensino superior foi aprovada no contexto neoliberal. Esse modelo faz apologias a mercantilização do ensino e a privatização desenfreada da educação superior.
Palavras-chave: Educação Superior; Neoliberalismo; LDB;
A Revolução de 1964 se consolidou como resultado contraditório entre a economia e a política. Da perspectiva econômica, o Brasil buscava a internacionalização da economia. Por outro lado, a maioria dos partidos políticos mergulhava na ideologia nacionalista. Nesse contexto, no âmbito educacional, o governo militar buscou implementar nas escolas públicas a lógica da mercantilização do ensino e, gradativamente, privatizar a educação.
Desde a década de 70, a educação no Brasil caminha para uma massificação, graça à ação de sucessivos governos. A massificação do ensino fundamental e médio significou a escolha pela marginalização da população do processo educacional. Para a classe dominante era importante torna o processo educativo acrítico, tecnicista porque assim reproduzia o perverso sistema excludente.
Na década de 80, o Brasil começa a adaptar-se ao modelo neoliberal. No entanto, é com a eleição de Fernando Collor que vai haver uma maior abertura para esse novo paradigma. Essa nova concepção de mundo leva para dentro das instituições escolares a lógica da produção mercantil influenciando todos os níveis de educação, principalmente, a educação superior. “Ou seja, o processo resultante de uma nova fase de reestruturação capitalista é marcado por políticas de centralização, de diferenciação e de diversificação institucional e, especialmente, de privatização da esfera pública”. (DOURADO, p. 236)
Após o impeachment de Collor, assume Itamar Franco, e no Ministério da Educação Murilo Hingel. Murilo criou uma estratégia, auxiliado por intelectuais e economistas do Banco Mundial, que entendiam a educação como uma prestação de serviço. Essa estratégia pressupõe reformas da educação que aconteceriam a partir da segunda metade da década de 1990.
Nos anos 90, sobretudo no governo de Fernando Henrique Cardoso, as políticas públicas são reformuladas por meio da reforma de Estado que causou modificações significativas nos padrões de intervenção estatal, redirecionando mecanismos e formas de gestão e, consequentemente, as políticas públicas e, particularmente, as políticas educacionais. O conjunto dessas ações no âmbito educacional resultou na aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
A LDB ressalva para a educação superior um conjunto de princípios que indicam alterações para esse nível de ensino, direcionando, de um lado, pelos processos de descentralização e flexibilização e, de outro, por novas formas de controle e padronização por meio de processos avaliativos.
A Lei de Diretrizes e Bases aprovado na gestão de FHC diferencia-se em diversos pontos da antiga LDB. No que diz respeito à finalidade e objetivos da instituição superior, o projeto de lei retomava a Constituição e repetia o princípio da interação ensino-pesquisa-extenção, o qual não é complementado na nova lei.
Segundo Isaura Belloni, ao definir as intenções da educação superior, a nova LDB não menciona a função e a obrigação da universidade em realizar ou desenvolver pesquisa e colaborar para o avanço do conhecimento. Menciona-se apenas, como finalidade, o incentivo ao trabalho de pesquisa (2002).
A nova LDB presume a possibilidade de universidade especializada por área do saber, em lugar da exigência de universalidade dos campos de conhecimento. Essa idéia, não é negativa na teoria, mas reflete uma divisão da ciência baseada no positivismo que desconhece a interdisciplinaridade e as convergências e divergências das áreas do conhecimento.
Outro aspecto relevante da nova LDB estar relacionado aos tipos de instituições. Ela se refere de forma genérica a distinção da instituição de educação superior e a universidade. Define as atribuições de autonomia próprias somente de instituições credenciadas como universidades. Abre a possibilidade de extensão de algumas dessas prerrogativas também a instituições não universitárias, em decorrência de avaliação realizada pelo Poder Público.
Todos esses aspectos que compõem a nova LDB demonstram seu caráter empresarial da educação superior. O Brasil aliado à ideologia neoliberal vem desmantelando a educação superior em prol da lucratividade. Nada mais interessa além do capital. Isso mostra o descaso dos governantes conservadores em relação à educação como um processo transformador da sociedade.
A educação superior precisa de um reforma qualitativa em todos os seus aspectos. Melhoria do ensino, investimentos na estrutura física, compromisso real dos estudantes e professores com a pesquisa e extensão e a revisão da LDB no sentido de aprimorar e democratizar a educação.
Creio na educação como agente transformadora da sociedade e dela ninguém escapa. Graças a ela podemos mudar esse atual cenário desanimador e inquietante. O primeiro passo é se posicionar criticamente diante do vigente processo educacional. Depois propor e lutar pela implementação de uma educação mais humana e menos excludente. “A educação é um processo histórico de criação do homem para a sociedade e simultaneamente de modificação da sociedade para beneficio do homem.” (PINTO, 1986, p.39)
Referências Bibliográficas
CAROS AMIGOS. A direita Brasileira, São Paulo: Editora Casa Amarela, n.26, dez 2005. p. 14 a 15.
BRZEZINSKI, Iria (Organizadora). BELLONI, Isaura. A Educação Superior na nova LDB. In: LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam, São Paulo: Cortez, 2002, p. 129 a 146.
DOURADO, Luiz Fernandes. Reforma do Estado e as Políticas para a Educação Superior no Brasil nos anos 90. In: Educação & Sociedade: Revista de Ciência da educação. São Paulo: Cortez, p. 235 a 253.
PINTO, Álvaro Vieira. Conceito de educação. In: sete Lições Sobre Educação de Adultos. São Paulo: Cortez, 1986, p. 29 a 40.
Trabalho elaborado pelo discente:Gerdel Fernandes Lago
Palavras-chave: Educação Superior; Neoliberalismo; LDB;
A Revolução de 1964 se consolidou como resultado contraditório entre a economia e a política. Da perspectiva econômica, o Brasil buscava a internacionalização da economia. Por outro lado, a maioria dos partidos políticos mergulhava na ideologia nacionalista. Nesse contexto, no âmbito educacional, o governo militar buscou implementar nas escolas públicas a lógica da mercantilização do ensino e, gradativamente, privatizar a educação.
Desde a década de 70, a educação no Brasil caminha para uma massificação, graça à ação de sucessivos governos. A massificação do ensino fundamental e médio significou a escolha pela marginalização da população do processo educacional. Para a classe dominante era importante torna o processo educativo acrítico, tecnicista porque assim reproduzia o perverso sistema excludente.
Na década de 80, o Brasil começa a adaptar-se ao modelo neoliberal. No entanto, é com a eleição de Fernando Collor que vai haver uma maior abertura para esse novo paradigma. Essa nova concepção de mundo leva para dentro das instituições escolares a lógica da produção mercantil influenciando todos os níveis de educação, principalmente, a educação superior. “Ou seja, o processo resultante de uma nova fase de reestruturação capitalista é marcado por políticas de centralização, de diferenciação e de diversificação institucional e, especialmente, de privatização da esfera pública”. (DOURADO, p. 236)
Após o impeachment de Collor, assume Itamar Franco, e no Ministério da Educação Murilo Hingel. Murilo criou uma estratégia, auxiliado por intelectuais e economistas do Banco Mundial, que entendiam a educação como uma prestação de serviço. Essa estratégia pressupõe reformas da educação que aconteceriam a partir da segunda metade da década de 1990.
Nos anos 90, sobretudo no governo de Fernando Henrique Cardoso, as políticas públicas são reformuladas por meio da reforma de Estado que causou modificações significativas nos padrões de intervenção estatal, redirecionando mecanismos e formas de gestão e, consequentemente, as políticas públicas e, particularmente, as políticas educacionais. O conjunto dessas ações no âmbito educacional resultou na aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
A LDB ressalva para a educação superior um conjunto de princípios que indicam alterações para esse nível de ensino, direcionando, de um lado, pelos processos de descentralização e flexibilização e, de outro, por novas formas de controle e padronização por meio de processos avaliativos.
A Lei de Diretrizes e Bases aprovado na gestão de FHC diferencia-se em diversos pontos da antiga LDB. No que diz respeito à finalidade e objetivos da instituição superior, o projeto de lei retomava a Constituição e repetia o princípio da interação ensino-pesquisa-extenção, o qual não é complementado na nova lei.
Segundo Isaura Belloni, ao definir as intenções da educação superior, a nova LDB não menciona a função e a obrigação da universidade em realizar ou desenvolver pesquisa e colaborar para o avanço do conhecimento. Menciona-se apenas, como finalidade, o incentivo ao trabalho de pesquisa (2002).
A nova LDB presume a possibilidade de universidade especializada por área do saber, em lugar da exigência de universalidade dos campos de conhecimento. Essa idéia, não é negativa na teoria, mas reflete uma divisão da ciência baseada no positivismo que desconhece a interdisciplinaridade e as convergências e divergências das áreas do conhecimento.
Outro aspecto relevante da nova LDB estar relacionado aos tipos de instituições. Ela se refere de forma genérica a distinção da instituição de educação superior e a universidade. Define as atribuições de autonomia próprias somente de instituições credenciadas como universidades. Abre a possibilidade de extensão de algumas dessas prerrogativas também a instituições não universitárias, em decorrência de avaliação realizada pelo Poder Público.
Todos esses aspectos que compõem a nova LDB demonstram seu caráter empresarial da educação superior. O Brasil aliado à ideologia neoliberal vem desmantelando a educação superior em prol da lucratividade. Nada mais interessa além do capital. Isso mostra o descaso dos governantes conservadores em relação à educação como um processo transformador da sociedade.
A educação superior precisa de um reforma qualitativa em todos os seus aspectos. Melhoria do ensino, investimentos na estrutura física, compromisso real dos estudantes e professores com a pesquisa e extensão e a revisão da LDB no sentido de aprimorar e democratizar a educação.
Creio na educação como agente transformadora da sociedade e dela ninguém escapa. Graças a ela podemos mudar esse atual cenário desanimador e inquietante. O primeiro passo é se posicionar criticamente diante do vigente processo educacional. Depois propor e lutar pela implementação de uma educação mais humana e menos excludente. “A educação é um processo histórico de criação do homem para a sociedade e simultaneamente de modificação da sociedade para beneficio do homem.” (PINTO, 1986, p.39)
Referências Bibliográficas
CAROS AMIGOS. A direita Brasileira, São Paulo: Editora Casa Amarela, n.26, dez 2005. p. 14 a 15.
BRZEZINSKI, Iria (Organizadora). BELLONI, Isaura. A Educação Superior na nova LDB. In: LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam, São Paulo: Cortez, 2002, p. 129 a 146.
DOURADO, Luiz Fernandes. Reforma do Estado e as Políticas para a Educação Superior no Brasil nos anos 90. In: Educação & Sociedade: Revista de Ciência da educação. São Paulo: Cortez, p. 235 a 253.
PINTO, Álvaro Vieira. Conceito de educação. In: sete Lições Sobre Educação de Adultos. São Paulo: Cortez, 1986, p. 29 a 40.
Trabalho elaborado pelo discente:Gerdel Fernandes Lago
Quer saber se seu amigo é gay?
Após receber um e-mail de um leitor, perguntando sobre como identificar se um cara é homossexual, pois tinha um amigo com algumas características mas estava na dúvida (penso até que rola um interesse neste amigo), resolvemos fazer uma matéria bem humorada sobre o assunto. Algumas pessoas logo vão dizer que é preconceito, estereótipos, etc. Por isto fica bem claro que é uma brincadeira, ninguém é igual a ninguém.
Então, se sempre você fica na dúvida se algum amigo seu é gay, ou se você mesmo é um enrustido, observe as seguintes dicas e aproveite que domingo, dia 11, agora é o dia oficial de sair do armário no Brasil e se jogue, afinal, não há nada de errado em ser gay, muito pelo contrário, são pessoas iguais as outras e com uma característica essêncial, pessoas bastante felizes.
1º – Roupas: Gay adora grife, se ele conhece várias então nem se fala. O pior é aquele que conhece também os tipos de tecido, nada contra, mas cria uma grande suspeita de que ele seja gay. Geralmente, eles também adoram uma roupa colada, uma calca "Skinny" e muito brilho. Agora um fato, pode reparar, gay sempre tem algo combinando, nem que seja com o cadarço do tênis.
2º – Vaidade: Seu amigo ou você vivem se olhando no espelho, pra ver se o peitoral está bem, se tem alguma ruga no cantinho dos olhos, se o bumbum tá durinho, cuidado, quem olha muito pra homem, mesmo no espelho, acaba atracado com um. Não é á toa que gays são sinônimos de acadêmia, mas isto não quer dizer também que você e ele sejam metrossexual, mais isto é tema pra outra matéria.
3º - Pegando o peixe pela boca: Gays adoram estar em um café, ainda mais os pseudointelectuais. Cappuccino é quase água para eles. Em outros ambientes como bares, dificilmente estarão segurando uma latinha de cerveja, são mais adeptos a drinks ou a clássica garrafinha de Chandon Baby.
4º - Rua: É difícil achar um gay que goste de ficar dentro de casa, eles adoram uma aglomeração, estar com amigos, festas. Quando um hetero quer saber se a pessoa é gay, a primeira coisa que ela pergunta é qual balada ele freqüenta. Dizem também que quanto mais informado sobre a programação, line-up, afters, etc, mais afetado é! Mas não vamos criar mais polêmicas.
Só pra completar, os mais caseiros adoram a internet e sites de relacionamento. E, alguns quando perguntado sobre onde freqüentam, sempre dizem “Adoro rave”.
5º - Arquitetura e decoração: Quase todos sonham em morar num flat todo decorado com base no feng shui, ou bem clean. Muitos contratam arquitetos, mas outros preferem revelar todo seu bom gosto fazendo eles mesmos toda decoração. Os que já estão instalados em algum condomínio, dificilmente sabem o nome da vizinha do lado, mas com certeza sabe o nome do porteiro gato, afinal ele vai ser necessário para trocar a lâmpada queimada.
fonte: Cena G
Uma vez, uma amiga me perguntou: “Como é que você sabe quando o cara é gay?” Para nós é muito fácil, bastar observar e pronto. Agora para quem não é, ai sim fica difícil e muito. Foi se o tempo que ser gay era ser feminino, afetado. Hoje para quem é de fora do meio é realmente complicado identificar.
Então, se sempre você fica na dúvida se algum amigo seu é gay, ou se você mesmo é um enrustido, observe as seguintes dicas e aproveite que domingo, dia 11, agora é o dia oficial de sair do armário no Brasil e se jogue, afinal, não há nada de errado em ser gay, muito pelo contrário, são pessoas iguais as outras e com uma característica essêncial, pessoas bastante felizes.
1º – Roupas: Gay adora grife, se ele conhece várias então nem se fala. O pior é aquele que conhece também os tipos de tecido, nada contra, mas cria uma grande suspeita de que ele seja gay. Geralmente, eles também adoram uma roupa colada, uma calca "Skinny" e muito brilho. Agora um fato, pode reparar, gay sempre tem algo combinando, nem que seja com o cadarço do tênis.
2º – Vaidade: Seu amigo ou você vivem se olhando no espelho, pra ver se o peitoral está bem, se tem alguma ruga no cantinho dos olhos, se o bumbum tá durinho, cuidado, quem olha muito pra homem, mesmo no espelho, acaba atracado com um. Não é á toa que gays são sinônimos de acadêmia, mas isto não quer dizer também que você e ele sejam metrossexual, mais isto é tema pra outra matéria.
3º - Pegando o peixe pela boca: Gays adoram estar em um café, ainda mais os pseudointelectuais. Cappuccino é quase água para eles. Em outros ambientes como bares, dificilmente estarão segurando uma latinha de cerveja, são mais adeptos a drinks ou a clássica garrafinha de Chandon Baby.
4º - Rua: É difícil achar um gay que goste de ficar dentro de casa, eles adoram uma aglomeração, estar com amigos, festas. Quando um hetero quer saber se a pessoa é gay, a primeira coisa que ela pergunta é qual balada ele freqüenta. Dizem também que quanto mais informado sobre a programação, line-up, afters, etc, mais afetado é! Mas não vamos criar mais polêmicas.
Só pra completar, os mais caseiros adoram a internet e sites de relacionamento. E, alguns quando perguntado sobre onde freqüentam, sempre dizem “Adoro rave”.
5º - Arquitetura e decoração: Quase todos sonham em morar num flat todo decorado com base no feng shui, ou bem clean. Muitos contratam arquitetos, mas outros preferem revelar todo seu bom gosto fazendo eles mesmos toda decoração. Os que já estão instalados em algum condomínio, dificilmente sabem o nome da vizinha do lado, mas com certeza sabe o nome do porteiro gato, afinal ele vai ser necessário para trocar a lâmpada queimada.
fonte: Cena G
Uma vez, uma amiga me perguntou: “Como é que você sabe quando o cara é gay?” Para nós é muito fácil, bastar observar e pronto. Agora para quem não é, ai sim fica difícil e muito. Foi se o tempo que ser gay era ser feminino, afetado. Hoje para quem é de fora do meio é realmente complicado identificar.
Argentina é o primeiro país da América Latina a aprovar lei do casamento homossexual
O Congresso argentino deu hoje plena luz verde à lei que autoriza o casamento homossexual no país, de população esmagadoramente católica, com um voto histórico no Senado, que junta a Argentina ao grupo restrito de países que já autorizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A proposta de lei – cuja votação foi transmitida pelas televisões – foi aprovada por 33 votos contra 27, ao fim de 15 horas de debate. “É um dia histórico. É a primeira vez que legislamos para as minorias”, regozijou-se o líder da bancada parlamentar do partido no poder (de centro-esquerda), Miguel Pichetto.
A nova lei modifica o texto do Código Civil, onde a formulação de “marido e mulher” é agora substituída pelo termos “os contratantes”. De acordo com a nova legislação, os casais homossexuais podem, em pé de igualdade com os heterossexuais, adoptar e gozar de todos os direitos de família em plenitude: de segurança social, subsídios e dias de licença relativos à vida familiar.
“Há novos modelos de família”
A legislação, proposta pelo centro-esquerda, reflecte “as mudanças na sociedade argentina”, afirmou o líder do principal grupo de oposição no Senado, Gerardo Morales. “Há novos modelos de família”, disse, adiantando que a nova lei visa “garantir os direitos das minorias”.
Mas a medida está longe de ser consensual ou pacífica na sociedade argentina – onde 91 por cento da população se descreve católica. Centenas de manifestantes de campos opostos, separados por um cordão policial, digladiaram-se em frente ao edifício do Congresso, atirando ovos e laranjas uns aos outros, enquanto os senadores debatiam a proposta de lei.
A Argentina tornou-se, com a aprovação desta lei, no primeiro país da América Latina a legalizar o casamento homossexual; e décimo no mundo para a integridade de todo o seu território, após a Holanda, Bélgica, Espanha, Canadá, África do Sul, Noruega, Suécia, Islândia e Portugal. Nos Estados Unidos, apenas em alguns estados, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é reconhecido como válido perante a lei.
A proposta de lei – cuja votação foi transmitida pelas televisões – foi aprovada por 33 votos contra 27, ao fim de 15 horas de debate. “É um dia histórico. É a primeira vez que legislamos para as minorias”, regozijou-se o líder da bancada parlamentar do partido no poder (de centro-esquerda), Miguel Pichetto.
A nova lei modifica o texto do Código Civil, onde a formulação de “marido e mulher” é agora substituída pelo termos “os contratantes”. De acordo com a nova legislação, os casais homossexuais podem, em pé de igualdade com os heterossexuais, adoptar e gozar de todos os direitos de família em plenitude: de segurança social, subsídios e dias de licença relativos à vida familiar.
“Há novos modelos de família”
A legislação, proposta pelo centro-esquerda, reflecte “as mudanças na sociedade argentina”, afirmou o líder do principal grupo de oposição no Senado, Gerardo Morales. “Há novos modelos de família”, disse, adiantando que a nova lei visa “garantir os direitos das minorias”.
Mas a medida está longe de ser consensual ou pacífica na sociedade argentina – onde 91 por cento da população se descreve católica. Centenas de manifestantes de campos opostos, separados por um cordão policial, digladiaram-se em frente ao edifício do Congresso, atirando ovos e laranjas uns aos outros, enquanto os senadores debatiam a proposta de lei.
A Argentina tornou-se, com a aprovação desta lei, no primeiro país da América Latina a legalizar o casamento homossexual; e décimo no mundo para a integridade de todo o seu território, após a Holanda, Bélgica, Espanha, Canadá, África do Sul, Noruega, Suécia, Islândia e Portugal. Nos Estados Unidos, apenas em alguns estados, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é reconhecido como válido perante a lei.
Programa de radio
Prof.Garcia estará na Radio Difusora,no dia 22/07/2010 ,no programa mesa redonda, participe http://www.novadifusora.com.br/ a partir das das 11:00 até as 12:30 hs, participe atravez do site e envie suas perguntas.
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