sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

http://www.radiodefesadosanimais.com/

Primeira rádio on-line do mundo para tratar da defesa e direitos dos animais, destacando o amor aos animais, a não exploração e sua libertação da escravidão humana.



Apresentamos uma programação de músicas de primeira qualidade intercalada com textos de conscientização da defesa dos animais e de amor aos mesmos tentando despertar a consciência das pessoas para sua defesa dentro da ética e mesmo da justiça, pois não somos os donos exclusivos do planeta. É eticamente imoral e egoista não considerar os animais no contexto da vida na Terra e ve-los apenas como mero objetos.



Nossos programas, ao lado de milhares de pessoas no mundo inteiro que lutam pela causa animal, pretendem ser mais um grito de alerta em defesa dessas criaturas, simples, belas e boas, que não tem voz, e que confiam inteiramente numa humanidade cruel.



Escolhemos a parte musical voltada para cações alegres, visando tornar a rádio dinâmica, incentivando também e principalmente os jovens, pois a vida dos animais na Terra depende das novas gerações. Infelizmente não temos como tocar músicas atuais das paradas, pois não temos como pagar direitos, assim nos restringimos às músicas indicadas por nosso provedor e aquelas que são permitidas através de Creative Commons.



Fazemos grande esforço e mesmo sacrifícios para manter esta rádio, mas é com alegria que a cada dia vamos ao ar e distribuimos nossos programas pelos sites e blogs amigos, pois para nós, se conseguirmos conquistar apenas uma só pessoa para a causa animal, já terá valido a pena.





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PL 7291/2006

Dispõe sobre o registro dos circos perante o
Poder Público Federal e o emprego de animais
da fauna silvestre brasileira e exótica na
atividade circense.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º Esta Lei institui o registro de circos junto ao Poder Público Federal e
dispõe sobre o uso de animais em espetáculos circenses.

Art. 2º Para os fins do disposto nesta Lei, o circo é entendido como o
empreendimento voltado para a apresentação de espetáculos em estruturas circulares
desmontáveis, cobertas por lona e itinerantes.

Art. 3º O circo constitui um dos bens do patrimônio cultural brasileiro, nos
termos do art. 216 da Constituição Federal, e sua atividade fica assegurada em todo o
território nacional.

Art. 4º O uso da denominação “circo” dependerá de registro do empreendimento
perante o órgão federal responsável pela política nacional de cultura.

Art. 5º A certidão de registro será expedida pelo órgão federal competente,
conforme disposto no art. 4º desta Lei, e constitui documento hábil para a instalação de circos e apresentação de espetáculos circenses, atendidas as legislações estaduais e
municipais.
Art. 6º Os animais da fauna silvestre brasileira e exótica mantidos pelos circos,
ainda que não utilizados nos espetáculos circenses, deverão ser registrados no órgão
ambiental competente e somente poderão ser mantidos, expostos ao público e transportados sob condições definidas na regulamentação desta Lei.

Art. 7º Mediante permissão da autoridade ambiental competente, os circos
poderão proceder à venda ou permuta de seus espécimes da fauna silvestre brasileira e
exótica com instituições congêneres do País e do exterior.

Art. 8º Esta Lei entra em vigor 90 (noventa) dias após a data de sua publicação.
Senado Federal, em de de 2006.

Senador Renan Calheiros
Presidente do Senado Federal

Instalada a Frente Parlamentar em Defesa dos Animais


A Frente Parlamentar em Defesa dos Animais foi instalada nesta quinta-feira, em evento que teve a participação de organizações ambientalistas e de entidades que atuam em favor dos animais.

O primeiro ato da frente está marcado para a próxima terça-feira (4 de outubro, Dia Mundial dos Animais). Na ocasião, será solicitado ao presidente da Câmara, Marco Maia, que coloque em votação o projeto que proíbe o uso de animais em circos (PL 7291/06). A proposta aguarda inclusão na pauta do Plenário.

Criada com o apoio de 212 parlamentares, a frente será presidida pelo deputado Ricardo Izar (PV-SP). Além da proibição de animais em circos, a frente vai debater e sugerir medidas relacionadas ao controle populacional de animais, ao combate da caça ilegal e do tráfico de animais silvestres, às condições de transporte e abate de bichos, ao aperfeiçoamento da legislação vigente e à proteção do habitat natural.

A frente contará com grupos de trabalho nos estados, que serão coordenados por parlamentares e terão a participação de ONGs e de entidades da sociedade civil.

Legislação
O deputado Ricardo Izar disse que o Congresso precisa unificar a legislação que trata de animais. “Atualmente, existem vários projetos sobre animais tramitando no Congresso. Nosso objetivo é fazer a consolidação das leis de defesa dos animais.”

Edna Telles: é preciso reforçar trabalho desenvolvido pelas entidades de defesa dos animais.

Durante o ato de lançamento da frente, a secretária especial do Direito dos Animais de Porto Alegre, Regina Becker, ressaltou que os animais são portadores de direitos legitimados pela Constituição Federal. Já a coordenadora da ONG Late e Mia Companhia, Edna Telles, afirmou que a frente parlamentar poderá reforçar o trabalho que as entidades de defesa dos animais desenvolvem.

Também participaram do lançamento da frente, entre outros convidados, representantes das entidades BSB animal, Augusto Abrigo, Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA), Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), WEEAC (World Event to End Animal Cruelty), Projeto Juventude Ecológica e Sociedade Vegetariana Brasileira.

Conferência aponta dez propostas em defesa dos animais

Um total de dez propostas foi tirado da 3ª Conferência do Conselho Municipal de Proteção à Vida Animal, realizada sábado (20), no Centro de Treinamento da Codesp, visando direcionar as ações do conselho no biênio 2012-2014.

Os participantes da conferência defenderam o fim do aluguel de cães, instalação de um pronto-socorro para atendimento 24 horas de animais na Zona Noroeste e solução da permanência de cavalos, porcos, cabras e bois nas áreas periféricas da cidade.

A 3ª conferência também elegeu os novos conselheiros para o biênio, que representam os segmentos do poder público, universidades, organizações não governamentais e iniciativa privada.